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Comentado por Francis Raposo Ferre (data: 19/05/09)
Assunto: O estado do ensino em Portugal
Comentário: O estado do ensino Muito se tem discutido, e muito mais se irá discutir, o ensino em Portugal, discussão esta que se tem baseado num trilátero cujos vértices são definidos por professores, alunos e resultados, quando, quanto a mim, a discussão deveria configurar, isso sim, uma circunferência de cujo centro todos os restantes pontos, isto é, aquilo que foi definido como os três vértices, girassem. Esse ponto central que deveria ter sido o alvo dos tiros disparados para a periferia, é a reforma curricular, mas não uma reforma curricular igual a muitas outras que têm sido levadas a cabo, onde nunca se reformou aquilo que de facto deve ser reformado. As reformas até agora efectuadas até poderiam imbuídas, na sua génese, de muito boas intenções, mas a verdadeira reforma curricular deverá ser aquela onde se atente em construir um plano curricular que atenda às necessidades de aprendizagem dos alunos e não às necessidades de ensino dos professores, isto é, até aqui têm sido feitas reformas onde se põem em marcha planos curriculares que vão de encontro ao que os professores se sentem capazes de ensinar e não ao que os alunos precisam de aprender. Enquanto se continuar a verificar que as escolas se encontram manietadas na sua capacidade de renovação dos quadros de docentes e na capacidade de formação permanente dos seus professores, continuaremos a assistir ao desenvolvimento de planos curriculares pouco motivadores, quer para os alunos, quer para os próprios professores, os alunos porque não conseguem estabelecer uma relação entre as teorias estafadas que lhes são impingidas por um quadro de professores que se vê manietado na sua vontade de ir mais além. Os professores continuarão a ter de travar grandes lutas interiores, ao aperceberem-se de que estão a desenvolver um esforço que eles próprios reconhecem, à partida, como inglório, isto partindo do pressuposto de que já nenhum professor se contenta com a aprendizagem do aprender a ler e escrever por parte dos seus alunos. Os alunos continuarão a ter de aprender a conter as suas capacidades criativas porque os professores, apesar de apregoarem que a escola deve ser criativa, continuarão a penalizar todos aqueles que ousem apresentar trabalhos criativos mas que não reproduzam tudo o que já se conhece. A reforma curricular de que falo é uma reforma curricular iniciada nos quadros de professores de cada escola, isto é, a escola terá de poder constituir um quadro de professores dispostos a serem eles a adaptar-se a um plano curricular virado para as necessidades de aprendizagem dos alunos e nunca o contrário. Tenho a noção de que fazer uma reforma curricular como aquela que aqui defendo poderá significar ter de enfrentar um jogo de interesses e de influências há muito instalados, mas recuso-me a aceitar que alguém possa vir a repetir o que Salazar disse em relação ao analfabetismo: “ Desafio, seja quem for, a resolver o problema…” Haja coragem e faça-se a verdadeira reforma curricular. Francis Raposo Ferreira
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