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LUCIANA GIMENEZ
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LUCIANA GIMENEZ ÁLBUM DE FOTOS DA LUCIANA GIMENEZ.
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Comentado por Edinei (data: 28/06/08)
Assunto: cultura e conduta sexual
Comentário: Para mim bom dia,pra vc e a plateia bonita boa noite. A mensagem que envio é para que remetas aquela moça que foi namorada da Filha da Gretchen.Eu gostaria apenas que ela lesse e refletisse também. Beijo no coração de todos vcs que fazem televisão e em especial pra vc Luciana. ultura e conduta sexual PDF Imprimir E-mail Escrito por Luiz Gonzaga F. Pinto 05-Dez-2007 Os estudos antropológicos direcionados para a sexualidade humana mostram que o que é inaceitável numa sociedade pode ser aceito em outra. As crenças se diversificam de acordo com a cultura de cada sociedade e se concretizam através de costumes particulares. Entre os Yurok do norte da Califórnia, o homem que conseguir ter 10 relações sexuais numa mesma noite ficaria rico, entre nós, porém, essa façanha teria um valor de poder viril invejável e não teria nenhuma finalidade para se obter fortuna. A improbabilidade desse desempenho sexual sugeria a crença de que alguma coisa de excepcional haveria obrigatoriamente de ocorrer. Os comportamentos humanos excepcionais recebem denominações de acordo com alguma perspectiva, quer seja religiosa, moral ou legal e, em alguns casos até clínicas. As denominações obscenas dos órgãos e dos comportamentos sexuais surgem por força do conflito entre a proibição e a necessidade de satisfação dos desejos libidinais. Basicamente elas são criadas para facilitar o extravasamento da força pulsional instintiva e, em muitas ocasiões, são proferidas para incrementar o prazer erótico dos parceiros. – o sentido moral da transgressão é a melhor forma para abrir passagem para o alívio das tensões sexuais que são crescentes quando se impõe a vigilância repressora. A nudez entre os Zulus, da África do Sul, é uma manifestação de moralidade, enquanto que em outras sociedades ficar nus em alguma situação social pode significar falta de decoro. Para proclamar a castidade, as moças da tribo dos Tongas do sul do Pacífico dançavam nuas através de um ritual. Em outras sociedades a nudez pública é uma afronta moral indecorosa passível de punição social, um ato licencioso obsceno, ao mesmo tempo em que pode ser aclamada como um show artístico num rito de strip-tease. Por mais bizarro que seja algum comportamento sexual, é preciso ter o cuidado ao interpretá-lo sob as perspectivas culturais ou por outras conveniências que se elegem como verdadeiras. É preciso eximir de opiniões parciais sustentadas pela simples indignação ou idealização de perfeição. Somos influenciados pela tradição judaico-cristã onde a procriação é a única finalidade da relação sexual. Alguns comportamentos sexuais complementares fora dessa justificativa é considerado impróprio e perverso, sem esquecer, entretanto, que o cenário permitido para o ato sexual é o casamento, sancionado pela ordem divina. O sexo oral pode ser aceitável pelos católicos, não obstante como uma estimulação preliminar para a consumação do coito, jamais poderá haver ejaculação nessa circunstância. A masturbação feminina, na Idade Média, era indulgente se a esposa não conseguisse atingir o orgasmo durante a relação sexual. O orgasmo era considerado uma condição imprescindível para a procriação. A masturbação nesse caso é um meio para se conseguir o orgasmo e, assim atingir o propósito reprodutivo do ato sexual, mas nunca como satisfação erótica. Toda atividade sexual que não tenha o propósito de procriação, portanto, inclusive o uso de métodos contraceptivos, salvo os naturais, é considerada atitude pecaminosa e devassa. Por mais que se tente controlar moralmente o comportamento sexual humano através da conveniência ética da sociedade, as pessoas sentem coagidas a praticar o sexo de forma deliberada e oportuna, a despeito dos resquícios indeléveis de culpa que até hoje ainda as perseguem. Muitas mudanças aconteceram no comportamento sexual na cultura ocidental, mas não se conseguiu reformular o pensamento a ponto de haver concordância entre a ação e a isenção da influência das ortodoxias doutrinárias. Não houve ainda a libertação total – persiste a idéia temerosa de que se se perde a doutrina, o instinto torna irrefreável e perigoso para o equilíbrio psíquico. Para entender o “comportamento transgressor”, recorremos à Psicanálise em seu estudo mais profundo da natureza instintiva do homem, para os quais Freud dedicou tanto esforço. Entre tantas investigações relacionadas aos fenômenos do psiquismo humano, Freud considerou duas forças instintiva que asseguram a sobrevivência do indivíduo: o princípio do prazer e o princípio da realidade. Para enfrentar a realidade, o organismo deverá adquirir habilidades para desenvolver a tolerância relacionada à dor ou qualquer situação que possa resultar em sofrimento. Antes, porém, devemos compreender o que realmente chamamos de realidade. Realidade é tudo aquilo que pode ser captado pelos sentidos, processado pelo cérebro e interpretado pela consciência até mesmo de forma distorcida, como acontece nos distúrbios da percepção. Os estímulos, ao serem captados pelos sentidos, provocam reações sensoriais e a consciência os interpreta. Quando se aprende que o ato sexual é algo asqueroso, perigoso e indecoroso, a ordem é para que se evite praticar o mesmo. Evitar a prática sexual proibida resulta em prazer pela isenção de culpa. A própria ausência de possível sofrimento faz parte do princípio do prazer. Seria penoso viver exclusivamente em função da realidade, assim como seria enfadonho viver exclusivamente do prazer. Assim sendo, o psiquismo cria meios para conciliar os dois processos, pois não se pode viver sem prazer e, este depende da realidade para existir. Por outro lado, a realidade seria insuportável para o organismo se não houvesse a descarga das tensões que ela causa. É esta descarga de tensões internas que chamamos de prazer – a intensidade deste é proporcional à magnitude daquela. Se um indivíduo está privado de alimentos por alguns dias, o prazer relacionado ao ato de alimentar é bem maior se a privação estiver dentro de um intervalo regular de tolerância máxima. Freud considerou o sofrimento (desprazer ou dor) como um aumento da intensidade de excitação do organismo e o prazer à diminuição da mesma. Alexander Lowen reafirma a posição de Freud, mas acha mais apropriado referir excitação como tensão e, esta, surge em conseqüência de necessidades. A necessidade por sua vez, quando presente, motiva o organismo através do desejo e, este, mobiliza o indivíduo para a sua satisfação e, se não for aplacada, o psiquismo é obrigado a criar alternativas para desobstruir o obstáculo. No caso da sexualidade, quando as tensões libidinais não podem ter livre acesso, o psiquismo cria opções sexuais para o escoamento da energia acumulada e, entre tantas alternativas, surgem as parafilias – comportamentos sexuais incomuns – e as disfunções sexuais.
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