Sobre “Beira Interior (Viticultura)”
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1 | Adega Coop. da Covilhã
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A Adega Cooperativa da Covilhã foi fundada em 1954, com 147 associados, tendo efectuada a sua 1ª vindima em 1957 e tendo sido a data da sua constituição em 24 de Fevereiro de 1954.Durante os primeiros anos da sua existência a Adega Cooperativa da Covilhã esteve mais vocacionada para a venda de vinho a granel, tendo a partir da década de 70 sido adquirido um sistema de enchimento semi-automático.
Com a entrada de Portugal na CEE, também a Adega Cooperativa da Covilhã iniciou um processo de modernização que ainda perdura. No final da década de 80, a Adega Cooperativa da Covilhã já comercializava três marcas de vinhos. No final da década de 90 executou um projecto de investimento para melhoria das condições de recepção e de vinificação, tendo no ano 2000 recebido o Prémio da Adega Cooperativa do Ano.
Hoje a Adega da Covilhã tem cerca de 400 associados no activo, com uma área social e geográfica que ultrapassa amplamente os limites do concelho da Covilhã estendendo a sua influência também aos concelhos de Belmonte e Manteigas, assim como a algumas freguesias do Concelho da Guarda e do Sabugal. O potencial médio de produção anual da Adega da Covilhã é cerca de 4 000 000 de litros de vinho, tendo diversas marcas distribuídas por Vinho de Mesa e Vinho DOC Beira Interior.
Graças às condições edafo - climáticas únicas da região, principalmente as grandes amplitudes térmicas que se verificam entre os invernos agrestes com frio e neve e os verões quentes e secos em que se atingem elevadas temperaturas durante o dia e temperaturas relativamente baixas durante a noite, conferem-lhe uma tipicidade aos seus vinhos, nomeadamente uma boa acidez que nos brancos lhes proporciona uma frescura natural e que associada ás castas autóctones os distingue. Nos tintos essa mesma acidez proporciona-lhes uma grande longevidade, permitindo uma boa evolução nos vinhos estagiados em madeira, dando grandes reservas, próprias para acompanhar a rica gastronomia da região.
Produz vinhos tintos, brancos e roses, vinhos tranquilos e espumantes, assim como vinhos licorosos e aguardentes envelhecidas, sendo as suas marcas comerciais, Pedra do Urso, Conde Julião, Piornos, Monte Serrano, Colheita de Sócio e os vinhos KOSHER Terras de Belmonte nos vinhos tranquilos, Cova Juliana nos espumantes, Adega Nova nos licorosos, jeropiga e abafado e Centum Cellas na aguardente velha .
Com a entrada de Portugal na CEE, também a Adega Cooperativa da Covilhã iniciou um processo de modernização que ainda perdura. No final da década de 80, a Adega Cooperativa da Covilhã já comercializava três marcas de vinhos. No final da década de 90 executou um projecto de investimento para melhoria das condições de recepção e de vinificação, tendo no ano 2000 recebido o Prémio da Adega Cooperativa do Ano.
Hoje a Adega da Covilhã tem cerca de 400 associados no activo, com uma área social e geográfica que ultrapassa amplamente os limites do concelho da Covilhã estendendo a sua influência também aos concelhos de Belmonte e Manteigas, assim como a algumas freguesias do Concelho da Guarda e do Sabugal. O potencial médio de produção anual da Adega da Covilhã é cerca de 4 000 000 de litros de vinho, tendo diversas marcas distribuídas por Vinho de Mesa e Vinho DOC Beira Interior.
Graças às condições edafo - climáticas únicas da região, principalmente as grandes amplitudes térmicas que se verificam entre os invernos agrestes com frio e neve e os verões quentes e secos em que se atingem elevadas temperaturas durante o dia e temperaturas relativamente baixas durante a noite, conferem-lhe uma tipicidade aos seus vinhos, nomeadamente uma boa acidez que nos brancos lhes proporciona uma frescura natural e que associada ás castas autóctones os distingue. Nos tintos essa mesma acidez proporciona-lhes uma grande longevidade, permitindo uma boa evolução nos vinhos estagiados em madeira, dando grandes reservas, próprias para acompanhar a rica gastronomia da região.
Produz vinhos tintos, brancos e roses, vinhos tranquilos e espumantes, assim como vinhos licorosos e aguardentes envelhecidas, sendo as suas marcas comerciais, Pedra do Urso, Conde Julião, Piornos, Monte Serrano, Colheita de Sócio e os vinhos KOSHER Terras de Belmonte nos vinhos tranquilos, Cova Juliana nos espumantes, Adega Nova nos licorosos, jeropiga e abafado e Centum Cellas na aguardente velha .
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2 | Comissão Vitivinícola Regional Beira Interior (CVRBI)
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