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José Maria Martins, que viu Carlos Silvino ser libertado às 0:06 desta sexta-feira, cumprido o período máximo de três de prisão preventiva, recordou ainda que há processos pendentes na Relação «nomeadamente sobre a questão da nulidade dos actos do dr. Rui Teixeira». «Penso que antes de três anos não temos isto terminado», acrescentou o advogado que entende que a «extrema sensibilidade do processo» em causa e o facto de o tribunal não querer que os arguidos digam o mesmo que disseram na fase de inquérito justifica esta morosidade. Carlos Silvino, o principal arguido do processo, regressou à casa que habita no Bairro de Santos de forma discreta sem muitos vizinhos a observá-lo, mas com alguns a não verem como positivo o seu regresso. "Bibi", como é mais conhecido, chegou à rua onde morava a pé numa altura em que a porta de sua casa já era guardada por agentes da polícia que montaram um aparato mínimo para receber este arguido. O principal arguido do caso, que é acusado de 639 crimes, era o único ainda em prisão preventiva, ficando agora sobre protecção policial até final do julgamento, que decorre há cerca de um ano. A juíza que preside ao julgamento decidiu que Carlos Silvino não se poderá ausentar do país nem da sua área de residência, ficando sujeito a apresentações periódicas junto das autoridades. Notícias relacionadas:
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