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Análises genéticas nada adiantam no caso Maddie McCann
publicado em 2007-12-05 12:36:25
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As análises genéticas aos vestígios recolhidos no apartamento e no carro utilizados pelo casal McCann não têm qualquer utilidade para o avanço da investigação do desaparecimento da sua filha Madeleine, em Maio passado, no Algarve. Esta foi a conclusão de uma reunião entre responsáveis da polícia portuguesa e britânica e de especialistas em genética de ambos os países, realizada no final da semana passada, no Reino Unido.
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Nesse encontro, que contou com especialistas do Forensic Science Service (FSS), participaram, pela parte portuguesa, Francisco Corte-Real, vice-presidente do Instituto Nacional de Medicina Legal, Luís Viriato, do Laboratório de Polícia Científica da PJ, Ricardo Paiva, inspector do Departamento de Investigação Criminal de Portimão, e Francisco Viegas, perito em recolha de vestígios.
Parte significativa do material recolhido não era visível a olho nu, mas nem o recurso a uma técnica extremamente sensível, o chamado Low Copy Number de ADN, realizada no FSS, em Birmingham, permitiu confirmar que os vestígios recolhidos pela PJ pertenceriam a Maddie e, muito menos, contribuir para esclarecer o mistério do seu desaparecimento. Ao fim de cinco meses (o tempo ao longo do qual as análises se realizaram), não há qualquer resultado que dê novas pistas à polícia.
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