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«Os dirigentes do Nacional andavam a encomendar serviços de prostitutas para oferecerem aos árbitros nomeados para os seus jogadores», informou o ex-presidente do Belenenses, Sequeira Nunes, num telefonema realizado a 24 de Março de 2004 ao líder do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Pinto de Sousa. Mais tarde, a 11 de Abril de 2004, foi interceptada outra conversa telefónica, desta vez entre o presidente do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa, e Pinto Sousa. Durante esta conversa o líder portista contou que o presidente do Marítimo, Carlos Pereira, lhe tinha dito que o Nacional andava a «presentear os árbitros nomeados para os seus jogos com bacanais, que se realizavam nas vésperas dos jogos, com a presença de algumas raparigas, presumivelmente prostitutas». O presidente do Nacional, Rui Alves, foi constituído arguido, mas o caso foi arquivado por não ter sido provada uma relação entre as orgias e favores na arbitragem durante os jogos da equipa, acrescenta o jornal. Na época 2003/2004 o Nacional classificou-se em quarto lugar na Super Liga, com 56 pontos, e conseguiu o apuramento para a Taça UEFA. Notícias relacionadas:
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