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Arte digital portuguesa patente em Badajoz
publicado em 2006-02-19 17:04:52
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Vários autores portugueses estão a participar numa exposição de arte digital, que está patente até Junho no Museu Extremenho e Ibero-americano de Arte Contemporânea (MEIAC), em Badajoz.
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O Museu Extremenho e Ibero-americano de Arte Contemporânea (MEIAC), em Badajoz, está a exibir um projecto artístico denominado «META.morfosis», comissariado por António Cerveira Pinto. A mostra reúne obras de 26 autores de arte digital e 17 propostas de arquitectura - algumas das quais presentes na ARCO - que pretendem questionar a função dos museus e o seu envolvimento urbano. André Sier, António Carvalho, Nuno Valério, Pedro Zamith e Marta Menezes são os artistas que representam Portugal nesta exposição, que conta ainda com obras de gabinetes de arquitectura. A mostra pretende não só exibir exemplos recentes de arte digital, mas também contribuir para que seja possível «repensar a sustentabilidade do espaço museológico como centro de excelência criativa e boas práticas culturais no século XXI», asseguram os promotores, citados pela agência Lusa.
Aberto há mais de uma década, o MEIAC apresenta a maior colecção de autores portugueses fora de Portugal. Nas paredes do museu, instalado no edifício da antiga prisão preventiva e correccional de Badajoz, estão representados vários artistas nacionais de reconhecido prestígio, como Eduardo Batarda, Gerardo Burmester, Pedro Cabrita Reis, Pedro Calapez, Rui Chafes, José Pedro Croft, António Dacosta, Álvaro Lapa, Jorge Molder e José de Guimarães. Pedro Proença, Manuel Rosa, Rui Sanches, Julião Sarmento e Nikias Skapinakis são outros dos criadores portugueses que enriquecem o espólio do museu espanhol. Resultado da reconversão de um estabelecimento prisional em espaço de cultura, o MEIAC foi criado com a missão de promover e divulgar a actividade artística na Extremadura, região espanhola cujo território faz fronteira com Portugal.
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