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Segundo este estudo, no ano passado a internet de banda larga em Portugal não ultrapassava os 14,5 por cento. De acordo com a entidade, estes valores devem-se à fraca competitividade, aos preços elevados e ao insuficiente grau de desenvolvimento das infra-estruturas de acesso web. A Arthur D. Little refere, a propósito dos preços, que em 2004, Portugal apresentava a segunda tarifa média mais alta da Europa e ao nível da velocidade de acesso, esta situava-se 40 por cento abaixo da média, algo que foi denunciado pela DECO muito recentemente. A juntar a estes factores, a consultora salienta que o mercado português peca ainda por apresentar uma débil penetração de computadores pessoais. Se todas estas variáveis se mantiverem, alerta o mesmo documento, a banda larga poderá aumentar para uma taxa de penetração que rondará os 50 por cento, mas o fosso em relação aos restantes países europeus poderá manter-se. A empresa que promoveu o estudo recomenda que sejam tomadas algumas medidas para minorar o problema, nomeadamente a criação de parcerias público-privadas, a introdução de benefícios ficais para a aquisição de computadores e a criação de subsídios para grupos especiais, que facilitem os custos iniciais de ligação à internet de banda larga. Portugal foi apontado como um dos piores países da Europa, contrastando com a Suiça, que lidera esta análise, onde a penetração da internet de banda larga rondava os 40.1 por cento, no ano passado. De entre os 24 países analisados, a nível mundial, a Coreia lidera o topo da lista e nos que menos acesso têm à banda larga situam-se a Colômbia e a Venezuela. Links úteis: Estudo da Arthur D. Little (PDF) Notícias relacionadas:
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