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Armindo Araújo estreou da melhor forma o Lancer Evo IX, apesar de o próprio piloto considerar que ainda existe margem para evolução. A juventude do carro foi mesmo o principal obstáculo a que o Campeão Nacional não podesse andar mais próximo de Basso, mas nas contas para o Nacional, Armindo Araújo, levou 14 pontos no bolso destacando-se ainda mais na frente da classificação, alargando para 10 pontos a sua diferença pontual para Miguel Campos. Um dos pilotos que mais surpreendeu foi Fernando Peres, regressando ao pódio de uma grande prova internacional, depois de uma exibição que foi brilhante na primeira etapa e razoável na segunda, e logo na estreia de um "novo" Lancer Evo IX, que lhe permite também acabar com a onda de azares das provas anteriores no Nacional de Ralis. Muito bem esteve Bruno Magalhães, vencendo a categoria S1600 na frente de toda a armada nacional e internacional presentes nesta prova. O piloto demonstrou ainda a sua superiodade nesta categoria em termos nacionais, ficando agora a 4 pontos de obter o título na S1600, tanto mais que José Pedro Fontes não somou qualquer ponto nesta prova. Também Simon Jean Jospeh esteve muito bem e não fossem os problemas de direcção assistida no final do 1º dia, poderia ter terminado no pódio, pois ficou bem evidente a sua rapidez. Gilles panizzi andou melhor no segundo dia, depois de se habituar ao Clio S1600 que conduziu pela primeira vez, acabando no 6º lugar muito por "culpa" da sua experiência e rapidez. Filipe Freitas teve um rali de altos e baixos, mas no final conseguiu cumprir com o seu principal objectivo, que era ser de novo o melhor madeirense nesta prova. Por questões regulamentares, pouco compreensíveis, o piloto do Clio S1600 acabou por não ser quem mais pontos recolheu para o Campeonato da Madeira. Renato Travaglia recuperou até ao 8º lugar, depois de um primeiro dia para esquecer, mas o piloto do rali (em termos nacionais) deverá ter sido mesmo Vitor Sá. Não fosse aquele estúpido problema num fusível Vitor Sá poderia estar mesmo a comemorar o título madeirense (que está a um ponto de o conseguir) e ter lutado pelo melhor lugar entre os portugueses. O facto de ter vencido a 2ª etapa demonstra bem a sua performance nesta prova. Miguel Campos sai da Madeira com a certeza de que não tem argumentos técnicos para lutar com Armindo Araújo (e mesmo com Peres), pois o Subaru não é de facto tão competitivo, numa prova em que o seu carro teve diversos problemas com a transmissão e electrónica. Notícias relacionadas:
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