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Para o presidente da SPS, graças ao Programa Nacional de Rastreios do Cancro da Mama, promovido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e outras entidades, o rastreio a um dos tipos de cancro que mais mata em Portugal é hoje uma realidade em quase todo o país. O especialista enalteceu o incentivo das Administrações Regionais de Saúde (ARS) e dos médicos de clínica geral à realização destes exames, o qual tem permitido identificar e encaminhar os casos suspeitos. Vítor Veloso insiste na prevenção de um carcinoma que atinge anualmente um milhão de mulheres em todo o mundo, o que começa pela «adopção de hábitos de vida saudáveis». O diagnóstico precoce e a realização de mamografias são formas de identificar atempadamente a doença. Vítor Veloso lembrou que, se o cancro da mama for identificado numa fas e inicial, é curável em cerca de 90 por cento dos casos. A esmagadora maioria (78%) dos casos ocorre em mulheres com mais de 50 anos e apenas seis% em pessoas com menos de 40 anos. Quando questionadas sobre as razões de nunca terem realizado uma mamografia, 44,8% das mulheres indicaram que o seu médico nunca o sugeriu, enquanto 27,9%argumentou nunca ter tido sintomas. Estes resultados revelam que «existe ainda um grupo que tende a ter uma atitude passiva ou desinformada, pois tendem a esperar pela sugestão médica ou a considerar que o exame só deve ser feito caso existam alguns sintomas». Notícias relacionadas:
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Existe(m) 2 comentário(s) a esta notícia.
Comentário: Sou uma enfermeira de oncologia há 27 anos,portadora de cancro da mama bilateral.Quero reforçar a importãncia da realização da mamografia, mas também do auto-exame mensal. Foi através deste último associado a vigilância médica periódica, que levei a um diagnóstico mais rápido e posso diz que estou incluída nos 90% dos cancros curáveis. Mulheres dste país não tenham medo, não sejam passivas porque está em nós também o êxito. 