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Cão treinado para detectar cadáveres pesquisa terreno
publicado em 2007-08-05 00:26:01
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A polícia britânica usou ao final da tarde um cão treinado para detectar cadáveres de modo a pesquisar o terreno em redor da casa de Robert Murat, único arguido no caso do desaparecimento da menina inglesa Maddie McCann.
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Quatro inspectores da Polícia Judiciária (PJ), dois polícias britânicos e o cão perito na localização de corpos foram os últimos a abandonar a moradia às 20:20.
As buscas que decorreram este sábado na Casa Liliana, propriedade da mãe do inglês Robert Murat, foram suspensas depois de um dia inteiro de trabalho.
Os inspectores da PJ aproximaram-se à saída dos dois elementos da GNR que se encontravam no exterior da moradia, dando-lhes indicações para que se mantivessem no local.
Após esta conversa, os militares da GNR entraram para o jardim da moradia com uma viatura, onde permanecem.
Contactado pela Lusa, o advogado de Robert Murat, Francisco Pagarete, disse que os militares vão permanecer durante toda a noite dentro da propriedade a pedido dos inspectores da PJ e com o consentimento dos donos, para que «a noite fosse tranquila», escusando-se a fazer mais esclarecimentos.
Francisco Pagarete disse ainda só ter tido conhecimento de que a PJ pretendia efectuar diligências na propriedade dos Murat este sábado de manhã.
As investigações que começaram às 7:00 na casa de Robert Murat são para confirmar ou não eventuais indícios surgidos na investigação ao desaparecimento da menina britânica, segundo uma fonte ligada à investigação citada pela Agência Lusa.
Elementos da Protecção Civil Municipal de Lagos e trabalhadores de uma empresa de jardinagem estiveram durante a tarde a desbastar vegetação nos jardins da residência em áreas previamente delimitadas por fitas de polícia.
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