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«É o que de melhor nós temos», resumiu. A deslocação de grande parte do equipamento de engenharia do Exército para o Líbano não terá, no entanto, consequências para a operacionalidade do ramo, nomeadamente nos serviços que presta a autarquias um pouco por todo o País. «Não estão comprometidas as missões de interesse público», assegurou o tenente-coronel Pimenta Couto, das Relações Públicas deste ramo das Forças Armadas. Para a sua primeira missão no exterior desde a guerra colonial, a unidade de engenharia do Exército leva equipamento já existente e outro comprado especificamente para a missão, cujas necessidades foram definidas pelas Nações Unidas. Entre o material comprado para a missão está uma viatura de desactivação de engenhos não-detonados, operada pelo primeiro-sargento Victor Santos. «Um dos grandes receios que existe para a força é o caso dos engenhos não detonados, e estão lá de certeza (...) e, por isso, levamos equipamentos para protecção dos militares, em caso de algum problema em relação à vida dos militares desta força», afirmou, apontando para o robô, com um alcance de cinco quilómetros que segue com a missão específica de impedir que «sejam postas em risco vidas humanas». Os engenhos explosivos são, confirmou Nuno Quaresma, número três na hierarquia, encabeçada pelo tenente-coronel Firme Gaspar, «a ameaça mais séria em termos de teatro de operações». O equipamento que segue para o Líbano em barco fretado pelas Nações Unidas (a viagem de Setúbal a Beirute deverá demorar «sete a oito dias» e é acompanhada por três militares do contingente) tem por principal missão a construção horizontal (reparação e manutenção de itinerários, aeroportos e heliportos, trabalhos de escavação, aterro, nivelamento e compactação de terrenos e trabalhos de drenagem). Notícias relacionadas:
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