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Porém, uma pesquisa por "Tibete" ou outro assunto sensível para o regime chinês, retorna a mensagem de que o browser do utilizador não consegue efectuar uma ligação à Internet. O acesso à versão chinesa da popular enciclopédia online também continua a não ser permitido. Esta medida surge na sequência da pressão exercida pelo Comité Olímpico Internacional para que as autoridades chinesas garantissem o livre acesso à Internet a todos os jornalistas que vão estar em Pequim para fazer a cobertura dos Jogos Olímpicos. Um apelo a que os organizadores acederam, contrariando a prática habitual no país, que filtra meticulosamente toda a informação considerada politicamente sensível. As mais recentes vítimas da censura chinesa foram o site de partilha de vídeos YouTube e a página da Internet do jornal britânico "The Guardian", que exibiram imagens dos protestos na capital do Tibete, Lhasa. Informação adicional: Reuters Notícias relacionadas:
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