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O primeiro diz respeito à vigilância, que é urgente reforçar. No terreno, os técnicos do Instituto da Conservação da Natureza começaram já a recolher amostras das primeiras aves migratórias para despistar a presença do vírus. Aos criadores de aves, a DGV recomenda vários procedimentos, entre os quais:
Se nalguma exploração aviária for confirmada a presença do H5N1, a estirpe mais perigosa do vírus da gripe das aves, a Direcção-Geral de Veterinária coloca em acção o segundo plano. O plano contingência aplica medidas de quarentena na zona onde o vírus for detectado, a exploração ficará sob sequestro e os animais serão todos abatidos. Além disso, num raio de três quilómetros serão recolhidas amostras de sangue e fezes a todas as aves domésticas e, num raio de dez quilómetros, ficam proibidas quaisquer movimentações de aves. Para a concretização das operações do plano de contingência serão mobilizadas as forças de segurança e Protecção Civil O objectivo destas medidas é encurralar o vírus e impedir a disseminação da doença, altamente mortífera entre os animais. A pandemia do século XXI, como começou a ser conhecida, é capaz de provocar uma catástrofe comercial. Com estes dois planos, as autoridades pretendem a todo o custo evitar uma mutação do vírus, por exemplo, por contacto com outros vírus. Uma alteração que poderia trazer consequências graves ao ser humano. Para já, a Direcção-Geral de Saúde alerta os portugueses para as medidas de prevenção, mas refere que não é ainda necessário o recurso a medicamentos nem preocupações antecipadas. Notícias relacionadas:
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Comentário: Será que com a entrada agora em finais abril com a entrada da Rola Brava das zonas de NIDIFICAÇÃO não haverá risco de entrada do H5N1