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Correia de Campos falava aos jornalistas no final da sessão de abertura do seminário «Obesidade Infantil: uma nova epidemia», que decorre em Lisboa. O encontro, organizado pela associação portuguesa para a defesa do consumidor (DECO), pretende retratar a obesidade infantil através de contributos de especialistas nacionais e internacionais. Para Correia de Campos, que presidiu à sessão de abertura do seminário, a obesidade infantil «é um problema que deve envolver todos os ministérios, tendo em conta as suas múltiplas causas». «A Saúde enquanto pasta deve empenhar-se na resolução deste problema mas também a Educação, a Indústria, o Comércio e a Economia», defendeu. O ministro considerou também que o Plano Nacional de Saúde - que está definido até 2010 - é o instrumento privilegiado do sector da Saúde para dar resposta à obesidade infantil. Correia de Campos disse que uma das principais prioridades no combate à obesidade infantil passa por identificar a origem deste problema, sabendo, nomeadamente, o porquê de as crianças portuguesas estarem com excesso de peso. Segundo a Comissão Europeia, Portugal está entre os países europeus com maior número de crianças com excesso de peso, tendo mais de 30% dos menores com idades entre os 7 e os 11 anos com taxas de peso a mais e obesidade. Notícias relacionadas:
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