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A segunda é o ecrã sensível ao toque. Para a revista, o futuro está nas pontas dos dedos (como provam o sucesso da Wii e a expectativa criada pelo computador táctil da Microsoft, o Surface), e a Apple, apesar de não ter inventado a tecnologia "multitouch" utilizada no iPhone, teve o mérito de a levar até ao grande público. O terceiro argumento é que o iPhone vai forçar um salto evolutivo nos telemóveis, já que a AT&T - a operadora que detém a exclusividade do iPhone nos EUA - cedeu às exigências da Apple, dando-lhe total liberdade para desenvolver o aparelho. Agora, os outros fabricantes de telemóveis querem os mesmo privilégios, resultando em telemóveis mais avançados, o que, em última análise, beneficia o consumidor. Em quarto lugar está o facto de o iPhone não ser um telemóvel mas uma plataforma. O equipamento da Apple utiliza uma versão modificada do sistema operativo Mac OS X, permitindo o desenvolvimento de aplicações poderosas. Apesar de ainda ser uma plataforma fechada, facto que valeu críticas à empresa de Steve Jobs, a Apple anunciou recentemente que vai permitir que programadores externos à empresa desenvolvam aplicações para o iPhone, o que significa que brevemente serão disponibilizadas milhares de aplicações, jogos, etc. Por fim, o jornalista da Time que assina o artigo, Lev Grossman, acredita que o melhor ainda está para vir. Se tivermos em conta a evolução que o iPod sofreu desde o seu lançamento, em 2001, poderemos ter uma noção do que o futuro do iPhone aguarda. Informação adicional: Time Notícias relacionadas:
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