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Sam Yagan assegurou que esta medida não irá pôr um ponto final nesta actividade e que o cenário mais provável será a deslocalização para outros países, onde o vazio legal se mantém. Apesar destas declarações, o eDonkey mantinha-se operacional, à data da notícia, o mesmo não acontecendo com outros programas do género, como o WinMX, que desde a semana passada está inacessível. O anúncio surge depois de, em Junho passado, o Tribunal Supremo americano ter proferido uma sentença sobre as redes P2P. O orgão máximo da justiça nos EUA determinou que quem produz ferramentas que sejam usadas por este tipo de redes pode ser responsabilizado criminalmente. Merybeth Peters, de um organismo que zela pelos direitos de propriedade, nos EUA, apressou-se a afirmar que esta decisão vinha resolver muitas questões pendentes sobre a legalidade das redes peer-to-peer . Contudo, o caso Grokster e Morpheus, acusados de fornecer ferramenteas tecnológicas aos piratas, não está ainda encerrado. O Supremo optou por devolver o processo a um tribunal de pequena instância que, tendo em conta a sua decisão, deverá determinar se as empresas que desenvolveram o software podem ou não ser culpabilizadas. Seis empresas que têm produtos relacionados com redes P2P, entre as quais a MetaMachine, que desenvolveu o software do eDonkey, receberam entretanto uma carta da RIAA a exigir que cessem as suas actividades à luz da directiva do Supremo Tribunal. Notícias relacionadas:
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Comentário: cambada de xulos é o k eles sao...