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Agora, os cerca de 200 milhões de cibernautas que utilizam o Google Earth podem descobrir uma crise não-virtual e ajudarem à chamada de atenção para as atrocidades cometidas no Sudão.
Na apresentação oficial do projecto esta semana, a directora do museu, Sara Bloomfield, quis realçar o papel nas novas tecnologias na educação sobre «as atrocidades actuais e do passado» . «Esperamos que com esta importante iniciativa se torne cada vez mais difícil o mundo ignorar os que mais precisam de nós» . Além das fotografias de alta-resolução captadas via satélite, o Google Earth dispõe de mapas, imagens e fotos sobre Darfur, assim como, dados estatísticos da destruição. Algumas das fontes de conteúdos são fornecidas pelo Departamento de Estado norte-americano, por ONGs, pelas Nações Unidas e fotógrafos em geral. Pretende-se com este projecto único realizar o mapeamento de prevenção de genocídios e utilizar os recurso da Internet para, de alguma forma, pressionar governos e instituições a tomarem decisões céleres sobre situações de risco iminente. O Google Earth tem vindo a desenvolver esforços para documentar outros problemas planetários como é o caso das ligações directas para o Atlas das alterações ambientais das Nações Unidas, os projectos de conservação da WWF, ou para o blog de Jane Goodall, Gombe Chimpanzee. Informação Adicional: Lançamento oficial do projecto (Vídeo) Google Earth Museu Memorial do Holocausto Vozes para Prevenção do Genocídio Notícias relacionadas:
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