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Depois de a Google ter anunciado a integração do responsável nos quadros da empresa, a 19 de Julho, a Microsoft interpôs um processo em tribunal contra ambas as partes, alegando que Lee havia violado os termos contratuais que ainda o ligam à empresa. Na sua queixa, a maior produtora de software do mundo alegou que o responsável dispunha de informações confidenciais relativas à estratégia de negócios da Microsoft na China e à tecnologia de pesquisa, um mercado em que as duas empresas concorrem directamente. A ordem judicial proíbe Lee de revelar «segredos profissionais» e trabalhar em projectos do Google relacionados com áreas que foram da sua competência enquanto responsável da Microsoft. Kai-Fu Lee, de 43 anos, presidiu vários grupos de desenvolvimento de tecnologia de reconhecimento de voz para a Microsoft, entre outros recursos. O motor de busca, que planeia instalar-se na China este ano, pretende desenvolver novas tecnologias e atrair novos investigadores no ramo das ciências da computação. A China, apesar das restrições impostas no acesso à web , é o segundo maior mercado de internet no mundo, depois dos EUA. O julgamento está marcado para 9 de Janeiro de 2006. Notícias relacionadas:
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