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Para já, o popular motor de pesquisa passou a disponibilizar neste endereço o conteúdo integral de mais de 10.000 livros e documentos institutucionais de domínio público, mas já foram dadas garantias de que o próximo passo para a concretização do Google Print será a digitalização de obras protegidas por direitos de propriedade. Na lista dos trabalhos agora disponíveis incluem-se romances de Henry James, biografias de milionários nova-iorquinos, histórias sobre a guerra civil americana e documentos do Congresso. Esta é a primeira colecção de obras e documentos a ser indexada desde que a intenção de criar a biblioteca virtual se tornou pública, no final do ano passado, afirmaram fontes oficiais à Associated Press. Ao longo dos próximos sete anos, os responsáveis do Google pretendem criar versões digitais de milhões de livros, que estão na Biblioteca Pública de Nova Iorque e em quatro bibliotecas universitárias (Stanford, Harvard, Michigan e em Oxford).
Os responsáveis do motor de pesquisa argumentam que apenas pretendem exibir excertos, e não as obras na íntegra, pelo que estão a agir de acordo com a legalidade. As acusações da AAP surgem depois de a Authors Guild, associação que representa mais de 8.000 escritores, ter apresentado uma queixa em tribunal contra o Google, em Setembro último. Outras entidades, como a Associação de Editoras Universitárias dos EUA, também criticaram a iniciativa. O litígio levou à interrupção dos trabalhos de digitalização, no passado mês de Agosto, para dar tempo às editoras para revelarem quais as obras que não queriam ver incluídas na biblioteca. O prazo dado pelo Google terminou no início de Novembro. O porta-voz da empresa escusou-se a revelar o número de editoras que decidiram abandonar o programa, tendo afirmado que as queixas abarcam poucas obras. Notícias relacionadas:
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