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O desmentido de Correia de Campos surge, depois de ter dado uma entrevista à Rádio Renascença, em que a hipótese de subir as taxas moderadoras nos casos de falsas urgências foi noticiada. Agora o responsável pela pasta da Saúde vem esclarecer, em declarações à TSF, que a única coisa que referiu foi um exemplo teórico de difícil execução. «Não há nenhuma intenção de a curto prazo fazer qualquer mudança. É uma ilusão completa pensar-se que as taxas moderadoras podem financiar o sistema de saúde», explicou. «É um exemplo muito difícil de operacionalizar, só se pode realizar quando os cuidados de saúde primários estiverem em contacto com os hospitais em permanência e quando for possível os hospitais conseguirem marcar por computador no dia seguinte a visita ao centro de saúde», acrescentou. «É uma especulação completamente infundada, sobre um exemplo teórico, concluir que o Governo está a preparar medidas, não está, ponto final parágrafo», rematou ainda Correia de Campos. Notícias relacionadas:
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