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A Polícia Judiciária já encerrou a investigação do processo de corrupção no futebol conhecido como «Apito Dourado», tendo constituído cerca de 200 arguidos, indicam alguma da imprensa nacional. Segundo o Jornal de Notícias, o inquérito chegou ao fim ao cabo de pouco mais de dois anos de investigação realizada por dez inspectores em regime de exclusividade, tendo entretanto sido ouvidas 370 testemunhas e sido realizadas mais de uma centena de buscas domiciliárias. Ainda de acordo com este diário, a participação de todos estes arguidos é explicada pela PJ em 15 mil páginas num processo que o JN diz que «promete transformar-se num dos maiores casos que alguma vez chegará a julgamento». O Jornal de Notícias acrescenta ainda que cabe agora ao procurador do Ministério Público Carlos Teixeira deduzir a acusação e que seguramente nem todos os arguidos serão acusadas pelo Ministério Público. O JN, que revela parte das escutas que deram origem ao processo, todas relacionadas com os jogos do Gondomar, acrescenta ainda que no processo «há dezenas de diligências externas». O diário fala ainda em «relatos de jogos feitos pelos próprios investigadores, fotografias e cassetes vídeo (não só Gondomar, mas também da SuperLiga), bem como as entregas de ouro ou jantares de confraternização com as equipas de arbitragem». Por seu lado, o 24 Horas, que fala em «quase 200 arguidos», 50 dos quais figuras públicas e «350 testemunhas» ouvidas, explica ainda que ficou «concluída a parte que diz respeito à corrupção desportiva». Segundo este jornal, os «casos de corrupção autárquica e outros paralelos deverão ser alvo de investigação aprofundada posteriormente». Notícias relacionadas:
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