Clique para saber mais iPhone 3G terá vários modelos?
O novo iPhone 3G, que ao que tudo indica será lançado em Junho, poderá ter uma aparência «radicalmente diferen...
Telecomunicações
Clique para saber mais Tecnologia do YouTube combate pornografia infantil
A Google adaptou o sistema que bloqueia os vídeos protegidos por direitos de autor no YouT...
Internet
Japoneses desenvolvem pele sensorial
 publicado em 2005-08-17 08:43:14

Investigadores da Universidade de Tóquio desenvolveram uma pele electrónica e flexível capaz de proporcionar a robôs, assentos de automóveis e até a carpetes a habilidade de sentir a pressão e o calor.
Japoneses desenvolvem pele sensorial
Investigadores da Universidade de Tóquio desenvolveram um tipo de "pele" com capacidade para criar a sensação de pressão e variações de temperatura. A descoberta foi anunciada na última edição da revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.
De acordo com os responsáveis por esta pesquisa, esta "pele", para além de suficientemente flexível para envolver dedos de robôs, é relativamente barata e fácil de fabricar.
Os cientistas japoneses afirmam ainda que as redes de detecção de pressão e de temperatura podem ser laminadas em conjunto, formando uma pele artificial que pode detectar ambas as propriedades em simultâneo. Em declarações à Proceedings of the National Academy of Sciences, afirmaram que, no futuro, será mesmo possível criar um tecido electrónico com funções que poderão superar as da pele humana. As peles artificiais do futuro poderão incorporar, por exemplo, sensores de luz, humidade, tensão e som, acrescentam.

Takao Someya, da Universidade de Tóquio e o responsável pela pesquisa, explicou: "As peles artificiais para pessoas estão disponíveis no mercado. No entanto, não têm quaisquer dispositivos eléctricos". À revista, a equipa afirmou que "embora os materiais como a borracha sejam usados em actividades diárias, não são condutores de electricidade".
Para a investigação, os cientistas usaram circuitos electrónicos e semi-condutores como sensores de pressão e de temperatura, respectivamente. Estes foram, posteriormente, incorporados num fino filme plástico, desenvolvendo assim uma rede de sensores. Os transístores usados são feitos com materiais orgânicos, com base em cadeias de átomos de carbono, tornando-os mecanicamente flexíveis e relativamente baratos.





Notícias relacionadas:



   Não existem comentários a esta notícia.
 Os comentários em baixo são da inteira responsabilidade dos seus autores. O mundoPT não se identifica com os comentários seguintes.