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Jardim nega gastos excessivos na campanha
 publicado em 2007-04-30 15:34:29

O presidente do Governo Regional da Madeira negou que esteja a gastar na sua campanha para as legislativas da Madeira tanto quanto gastou Cavaco Silva na sua campanha para as presidenciais. Alberto João Jardim diz que o «Público» que avançou a notícia «não é um jornal credível».
Jardim nega gastos excessivos na campanha

O presidente do Governo Regional da Madeira negou que esteja a gastar mais na campanha eleitoral que está a fazer para as eleições de 6 de Maio do que o que gastou Cavaco Silva na sua campanha presidencial, tal como noticiou o «Público».

Numa reacção a esta notícia do «Público», Alberto João Jardim considerou que o matutino lisboeta «não é um jornal credível» e que o correspondente deste jornal no Funchal «mente sobre a Madeira».

«O jornal "Público" tem os seus proprietários que não gostam de mim. Aliás, quando não gostam de uma pessoa embirram com ela até ao fim. Não gostam de mim por histórias antigas. Não leio o "Público" e o jornal até pode dizer que há um vulcão na Madeira que para mim é indiferente», acrescentou.

Jardim, que diz não saber quanto vai gastar na sua campanha para as legislativas antecipadas na Região e ignora quanto gastou Cavaco Silva na sua campanha presidencial, assegurou que há separação de funções no PSD-Madeira.

«A Comissão Política está completamente fora da parte logística, administrativa e financeira. Temos uma estrutura partidária que quem mexe em dinheiro não faz política e quem faz política não mexe em dinheiro. É a única maneira destas coisas funcionarem», garantiu.

Antes, o presidente do PS-Madeira tinha defendido uma auditoria às contas do Governo Regional e às contas da Fundação Social-Democrata, estrutura que Jacinto Serrão classificou de «milionária na região».

«Até hoje não justificou a proveniência dos rios e rios de dinheiros que tem neste momento. Uma boa auditoria à Fundação Social-Democrata seria útil para esclarecer de onde é que vem esses dinheiros que a Fundação tem e que abundam como sabemos», concluiu Jacinto Serrão.






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