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Maioria contra construção de novo aeroporto
publicado em 2007-05-02 09:50:36
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A maioria dos portugueses está contra a construção de um novo aeroporto na zona de Lisboa. Segundo o Barómetro DN/TSF/Marktest, a maior dos portugueses está também contra a localização da Ota, sendo esta apoiante da realização de mais estudos.
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A maioria dos portugueses considera não só desnecessária a construção de um novo aeroporto na zona de Lisboa, como também entende que a localização escolhida para este não deveria ser a Ota, revela o Barómetro DN/TSF/Marktest.
Segundo este estudo, 57 por cento dos inquiridos estão contra a construção de um novo aeroporto, sendo que a maioria destes se encontram no Grande Porto e no Interior Norte do país.
A defenderem a construção de um novo aeroporto estão 35 por cento dos inquiridos, uma opção que nem na Grande Lisboa vinga, uma vez que existe um empate entre os que estão contra e os que estão a favor.
Já contra a opção Ota estão 51,1 por cento, com 36 por cento do eleitorado socialista a mostrar-se contra esta obra, com apenas 18,1 por cento dos inquiridos a concordar com a ideia de colocar o aeroporto na Ota.
Segundo este estudo, os eleitores do PSD estão a seguir as ideias defendidas pelo seu presidente Marques Mendes, com a maioria dos votantes sociais-democratas a mostrarem-se contra o novo aeroporto e a aposta na Ota.
Esmagadora é a maioria que entende que o Governo deve fazer mais estudos para procurar localizações alternativas à Ota, com 72 por cento a defender esta hipótese, com 70 por cento do eleitorado do PS a apostar nesta opção.
Apenas 18 por cento entendem que já existem estudos suficientes para se optar por uma localização para o novo aeroporto na zona de Lisboa.
Ficha Técnica:
O Barómetro foi realizado pela Marktest para o DN e TSF entre 17 e 20 de Abril, com o recurso a 813 entrevistas telefónicas a maiores de idade, residentes em Portugal Continental.
Pretendeu-se conhecer a opinião dos inquiridos sobre a necessidade de um novo aeroporto, da sua localização e se o assunto deveria ser melhor estudado pelo Governo.
Da totalidade das entrevistas, 164 foram feitas na Grande Lisboa, 91 no Grande Porto, 157 no Litoral Norte, 134 no Litoral Centro, 177 no Interior Norte e 90 no Sul.
O erro de amostragem é de cerca de 3,44 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.
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