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Mega operação de fiscalização na zona do Intendente
publicado em 2008-04-10 15:09:36
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Cerca de 300 elementos de várias forças de segurança estão a fiscalizar estabelecimentos, pessoas e bens na zona do Intendente. A PSP reconheceu não ter capacidade para resolver isoladamente todos os problemas da zona.
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Cerca de 300 elementos de várias forças de segurança estão na zona do Intendente em Lisboa, desde as 11:00 desta quinta-feira, numa operação de fiscalização a stabelecimentos, pessoas e bens.
O objectivo desta da fiscalização, que visa sobretudo a zona entre a Praça da Figueira, o Martim Moniz e na Avenida Almirante Reis, é combater o sentimento de insegurança da população.
O oficial de operações do plano distrital da PSP de Lisboa contou à TSF que, durante dois meses, «foi feito um trabalho de investigação» por diversas entidades policiais, que «verificaram um conjunto de circunstâncias pouco próprias» no local.
Casos de prostituição, «venda de mercadoria sem identificação», casas de venda sem qualquer tipo de licenciamento, «estrangeiros em situação irregular no nosso território» são apenas algumas das situações que as forças policiais estão a investigar, especificou.
«Está aqui um conjunto de circunstâncias que só a actuação da PSP não teria resultados eficazes», por isso é que «estamos a cooperar com outras entidades», adiantou o intendente Gouveia.
O oficial exemplificou que o «abandono de pessoas que vivem de uma forma indigente na rua» está a ser acompanhado pela Câmara Municipal de Lisboa, que se responsabiliza por «encaminhar essas pessoas».
Esta acção de fiscalização «não é meramente policial, mas também de acompanhamento social», esclareceu.
Para além da PSP, encontram-se no local inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), da Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE), agentes da Polícia Municipal, da Autoridade para as Condições do trabalho (ACT) e da Inspecção Tributária.
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