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Cientistas das Universidades de Exeter e Glasgow descobriram que a fêmea de um tipo de peixe (de seu nome científico Xiphophorus helleri), comum em aquários, fica sexualmente madura mais rapidamente se encontrar um macho dotado de uma cauda grande. Por outro lado, os machos desta espécie retardam o seu desenvolvimento sexual quando se deparam com um macho mais "abonado" nas redondezas, optando por aguardar até que haja menor competição no "jogo de sedução" subaquático. "Esta é a primeira evidência de que as espécies adaptam a sua evolução a nível da maturação sexual em resposta a indícios visuais", explica Craig Walling, da Escola de Biologia da Universidade de Exeter à Reuters. O cientista acrescentou que, apesar de este estudo se ter debruçado sobre os Xiphophorus helleri em particular, "é pouco provável que este atributo seja limitado apenas a esta espécie". Neste peixe, originário da América Central e do Norte, apenas a barbatana do macho cresce, fazendo-o parecer maior e, consequentemente, mais atractivo para as fêmeas que não desenvolvem esta cauda. Links relacionados: Universidade de Exeter Universidade de Glasgow Reuters Notícias relacionadas:
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