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O estudo apresenta um conjunto de medidas a serem tomadas pelos governos, incidindo em políticas nacionais anti-spam, como o aumento de recursos e dos poderes das autoridades competentes para intervirem. As recomendações vão mais longe e consideram que a legislação de cada país deve permitir que as autoridades nacionais possam partilhar, com outros países, a informação de forma rápida e eficaz. A OCDE indica que os governos devem concentrar numa única entidade os contactos de nível internacional como forma de eficácia da cooperação a estabelecer entre países. De acordo com a organização, «cerca de 80 por cento dos e-mails que circulam na Internet» são não solicitados, tornando-se o spam cada vez mais perigoso e dispendioso para empresas e para os consumidores, uma vez que perturba o funcionamento das redes, propaga vírus e é usado por delinquentes para aceder a palavras-chave e por consequência a informações confidenciais e mesmo a contas bancárias. As recomendações, aprovadas pelos países membros da OCDE, fazem parte de um Toollkit Anti-Spam, elaborado por um grupo de reflexão nomeado pela organização, e podem ser consultadas online. O projecto reúne um conjunto de conselhos para fazer face à ameaça das "mensagens indesejadas" e um guia de práticas destinado a fornecedores de serviços pela internet, a operadores de recursos e ao cybermarketing. A produção deste guia representa o primeiro esforço do sector privado para elaborar um conjunto de práticas exemplares comuns a nível internacional. Links relacionados: OCDE - comunicado Anti-Spam Toolkit Notícias relacionadas:
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