|
Segundo o Diário de Notícias desta quinta-feira, as duas medidas do Ministério da Saúde garantem que os portugueses pouparão 13 milhões de euros. Contudo, os utentes que integram o regime especial de comparticipações saem prejudicados. A situação verifica-se mesmo com a já existente ajuda extra do Governo a estes pensionistas, um acréscimo de 15% na comparticipação. Pelas doenças decorrentes da idade, os idosos consomem muitos medicamentos e qualquer variação de cêntimos pode fazer uma grande diferença ao final do mês. E são os reformados, com baixos rendimentos, os responsáveis pela maior fatia de encargos do Estado com os medicamentos vendidos nas farmácias. Em média, 54% do dinheiro saído dos cofres públicos anualmente é para suportar as comparticipações dos remédios consumidos por estes idosos. O grande beneficiário desta mudança, que integra as medidas com vista à redução do défice na Saúde, é o próprio Estado. De acordo com as previsões da tutela, até ao final de 2007, os cofres públicos vão conseguir poupar 115 milhões de euros. Notícias relacionadas:
|
||||||||||||||||




Não existem comentários a esta notícia.
