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Na altura, o presidente do FC Porto indicava o nome do árbitro Pedro Henriques, de Lisboa, para a partida. O teor da conversa foi uma das razões pelas quais Pinto da Costa foi indiciado e que motivaram a sua detenção, até ser ouvido em interrogatório, em Dezembro de 2004, refere o Público. Nessa escuta, que antecedeu a final FC Porto - União de Leiria, o presidente do Conselho de Arbitragem deu conta a Pinto da Costa da possível nomeação do árbitro Isidoro Rodrigues e que esta não agradava ao presidente do União de Leiria, João Bartolomeu, que ameaçava fazer um escândalo. O presidente do FC Porto sugere o árbitro António Costa e depois Pedro Henriques, sobre quem acaba por recair a escolha, por Pinto da Costa entender ser o árbitro ideal, uma vez que é o primeiro classificado pelo Conselho de Arbitragem, de acordo com a escuta telefónica transcrita no processo principal do "Apito Dourado". "Mas Pinto da Costa diz também a Pinto de Sousa que pode mudar o nome, se assim o entender", escreve o Público. A escuta telefónica levou o procurador de Gondomar a entender que havia indícios de crime, por considerar que o presidente do FC Porto estava a influenciar a escolha do árbitro, tentando obter benefícios para o clube. Notícias relacionadas:
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