|
Quem parece continuar alheada de toda essa especulação é Kate McCann, que ainda acredita que Maddie está viva e por isso voltou a dirigir mais um apelo quem a tiver em seu poder. "Madeleine é uma pequena pessoa linda, que merece uma vida feliz e cheia de amor. Sabemos que alguém, algures, pode fazer isso acontecer", frisou a mãe da criança que o mundo procura há seis meses. Depois de dizer que "seis meses é muito tempo para uma criança pequena estar separada da sua família", Kate reafirma acreditar que "a nossa Madeleine está em qualquer lugar e mantemos a esperança de nos voltarmos a reunir". A mensagem da mãe de Maddie termina com o pedido de informações a quem souber do paradeiro da menina ou de qualquer indicação relacionada com o seu desaparecimento. Segundo o jornal Daily Mail, os McCann pediram à polícia portuguesa que interrogasse uma lista de 25 pessoas que podem ser cruciais para a investigação do possível rapto. Os McCann ainda procuram pistas para encontrar a filha, agora com o apoio de detectives de uma empresa espanhola, e tentam provar ao mundo a sua inocência, depois de terem sido constituídos arguidos. O luso-britânico Robert Murat só espera que o Ministério Público arquive, talvez este mês, o seu processo. "Continua tudo na mesma. As coisas demoram o tempo que têm de demorar. Está tudo em poder do Ministério Público, que é o titular do processo, pelo que estamos a aguardar por uma decisão, a qual com certeza será tomada oportunamente e que deverá passar pelo arquivamento", voltou a sublinhar, ontem, em declarações ao DN, o seu advogado, Francisco Pagarete. Numa altura em que Robert Murat, de 33 anos e empresário do ramo imobiliário, continua sem poder exercer a actividade profissional por lhe terem sido apreendidos pela PJ, no dia 14 de Maio, os seus computadores, o advogado reconhece ser cada vez mais difícil a situação económica do luso-britânico, que está a recorrer desde há algum tempo à ajuda de familiares. "E quanto mais se arrastar a situação, pior", admitiu Francisco Pagarete. Embora não queira insistir em prazos, o advogado diz que aguarda com expectativa pela data de 14 de Novembro, quando se completam seis meses desde que Murat foi constituído arguido, por suspeita de rapto, estando sujeito à medida de coacção mínima de termo de identidade e residência. Ao abrigo do Código de Processo Penal, o MP poderá decidir arquivar o seu processo se não surgir algum aspecto na investigação que contribua para aquele organismo alegar especial complexidade. "Não quero falar em datas. O Ministério Público é que sabe o que fazer", observou Pagarete. Além de se confrontar com dificuldades económicas, Murat também tem sido alvo de ameaças, através de telefonemas e cartas, por pessoas que acreditam que ele está envolvido no desaparecimento de Maddie. Notícias relacionadas:
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||




Não existem comentários a esta notícia.