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Polícia reforça meios para encontrar menina britânica
publicado em 2007-05-04 20:40:17
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No Algarve, em Lagos, Polícia Judiciária e GNR investigam há várias horas a hipótese de rapto de uma menina de três anos que desapareceu quinta-feira de um hotel na praia da Luz. Os meios de busca foram reforçados e vai entrar em cena o helicóptero da Protecção Civil.
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A menina, Madeleine Mac Cann, desapareceu numa altura em que os pais tinham ido jantar num restaurante junto ao hotel, deixando a menina e dois irmãos a dormir no quarto.
Sabe-se que foram reforçados os meios e alargado o perímetro das buscas mas, até agora, as autoridades não conseguiram quaisquer resultados.
Esta tarde, o director do aldeamento onde está hospedada a família da menina desaparecida confirmou que não tem câmaras de vigilância instaladas.
«O aldeamento não tem nenhuma câmara de vigilância. Sei que tem muitas perguntas, nos também temos, mas as respostas têm de vir da polícia», disse John Hill aos jornalistas.
A menina está desaparecida desde as 10 da noite de quinta-feira. PJ, GNR e Protecção Civil continuam as buscas e investigam a hipótese de rapto.
Vários casos semelhantes no Algarve
O desaparecimento da criança inglesa quinta-feira em Lagos não é o primeiro caso problemático com crianças britânicas no Algarve, região que recebe anualmente milhares de turistas daquele país para férias em hotéis ou para casas de 2ªhabitação.
Em Janeiro de 2002 foi registado o abandono de um bebé de origem britânica no Aeroporto de Faro e que em Julho de 2003 veio a ser adoptado por um jovem casal português.
Em Novembro de 1990, foi notícia a morte de uma menina britânica de nove anos, chamada Rachel Charles, que foi assassinada por estrangulamento, com um cordão de nylon, num carro, em Vale Navio, arredores de Albufeira, Algarve.
Em 1992, o Colectivo do Tribunal de Circulo de Portimão condenou o britânico Michael Cook, 39 anos, a 19 anos de prisão por crime de homicídio qualificado na pessoa de Rachel Charles.
Uma das testemunhas portuguesas, um jardineiro, disse em tribunal que viu Rachel Charles a entrar na viatura de Michael Cook, mas não identificou o condutor na altura.
O corpo da menina Rachel Charles foi encontrado por populares, três dias depois do seu desaparecimento.
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