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No dia em que a ASPP/PSP entrega uma petição no parlamento neste sentido, o presidente desta associação explicou que isto apenas acontece porque o «Governo não respeita a lei sindical relativamente à negociação colectiva». «Por outro lado, tem desvalorizado as acções de luta. Fomos empurrados a fazer esta petição a exigir o direito de greve», acrescentou Paulo Rodrigues, em declarações à TSF. Paulo Rodrigues frisou ainda que «se o Governo não mudar a atitude com os sindicatos em matéria de negociação e se a Assembleia da República entender que a polícia não deve ter este direito é evidente que nos vão empurrar para algumas formas de luta mais contundentes que não agradam nem à polícia, nem ao Governo». A ASPP/PSP entregou esta petição assinada por 4776 pessoas no final de Dezembro de 2007 exigindo que a questão fosse debatida no parlamento, o que acontecerá esta quarta-feira. A associação pediu ainda aos grupos parlamentares que «votam em consonância uma alteração à Constituição que permita a inclusão do direito à greve na lei sindical» da PSP. No entanto, a actual lei diz que a matéria constante de uma petição não é sujeita a votação pelo Parlamento, a não ser que a comissão parlamentar qua a examina ou um deputado, a título individual, tomarem a iniciativa de fazer acompanhar o documento de um projecto de resolução. Notícias relacionadas:
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