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A companhia de engenharia de Construções irá, segundo o general Goulão de Melo, «colaborar nas acções de reabilitação das infra-estruturas destruídas durante o conflito». «A duração da missão da companhia será avaliada de acordo com o calendário estabelecido pela ONU», acrescentou. Tendo em conta que a decisão de enviar para o Líbano militares poderá obrigar a uma redução da participação das forças portuguesas, o CSDN deu igualmente parecer favorável ao estudo dessa questão. Segundo o general, essa redução poderá acontecer, «nomeadamente na Bósnia-Herzegovina e na República Democrática do Congo». Na reunião extraordinária do CSDN, e em resultado de uma solicitação das Nações Unidas, foi igualmente dado por unanimidade parecer favorável ao envio de seis militares portugueses para reforçar a «componente militar da missão das Nações Unidas em Timor-Leste». Militares prontos até 14 de Outubro Entretanto, em conferência de imprensa, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, explicou quais os critérios na escolha desta missão. «Foram consideradas três alternativas operacionais de acordo com três critérios: a relevância operacional da força no contexto da força da União Europeia, o custo da missão e o risco que a missão envolve», disse. Das três alternativas possíveis, sublinhou, «o Governo entendeu que a mais adequada seria o envio de uma companhia de engenharia mecanizada com cerca de 140 militares e que desempenhará funções de reconstrução». Severiano Teixeira disse ainda que os militares portugueses estarão prontos até 14 de Outubro para partir para o Líbano, sendo que a missão custará 9,3 milhões de euros, sendo 70 por cento suportada pelas Nações Unidas. Notícias relacionadas:
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