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No manifesto publicado no site oficial, o grupo actualmente composto por artistas, associações e pessoas ligadas ao sector da programação de software considera que o «direito de autor como direito humano deve ter implícito o equilíbrio entre o direito do autor à sua obra e o direito da sociedade a ter acesso a ela» . O colectivo sustenta que este equilíbrio foi «quebrado» a favor dos que «exercem os direitos em nome dos autores, ou seja, os cada vez maiores monopólios da indústria editorial, informática, biotecnológica e do entretenimento» e aponta o dedo à inclusão das «normas de propriedade intelectual nos acordos da OMC e nos tratados de comércio livre» . O "Copyriot" destaca a importância do uso de modelos legais e princípios como o sistema operacional GNU, o GPL, o Copyleft, as iniciativas Creative Commons já que, na sua perspectiva, «fomentam a solidariedade e a cooperação em vez de a proibir» , abrindo «um caminho ao qual se juntaram associações de profissionais, intelectuais, criadores e programadores que começam a transformar, a pouco e pouco, o cenário internacional» . Citado pelo "Jornal de Notícias", António Cunha, um dos mentores da iniciativa, deixou claro que o "Copyriot" não passa apenas pelas questões dos direitos de autor e da livre circulação de música na internet. «Uma das coisas com que nos preocupamos bastante é, por exemplo, a questão da patenteação de genes ou dos princípios activos das plantas que as grandes farmacêuticas e indústrias químicas fazem» , confirmou ao matutino. Informação Adicional: "Copyriot" Manifesto Copyriot Creative Commons: Reticulum Rex (Animação 7 Mb, Flash) Creative Commons: Get Creative (Animação 7 Mb, Flash) GNU Copyleft Licença da Arte Livre Electronic Frontier Foundation FreeCulture.org Notícias relacionadas:
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