|
A nova tendência neste "jogo" sobre a vida é o desenvolvimento de um ecossistema, diferente do que existe no mundo real. No Second Life convive uma interessante comunidade de entusiastas vocacionados para conceber a nova "Arca de Noé". Naquela que é a génese do primeiro ecossistema virtual convivem fauna e flora mutantes, com características diferenciadas codificadas pelos avatares que integram o projecto Ecosystem Working Group. São centenas de programadores a criarem novas espécies que povoam este mundo virtual. É possível encontrar os arbustos fluorescente Mat Warf; palmeiras que se multiplicam a partir dos seus frutos; a Planta-canhão que projecta as suas sementes para se reproduzir. Um dos espaços mais famosos é a ilha paradisíaca Svarga, que serviu de "tubo de ensaio" para a genése do ecossistema virtual no Second Life. Outro espaço relevante é o Terminus, onde está a ser testado um ecossistema estável com espécies de plantas e animais virtuais. Corey Hart, neurocientista da Universidade de Drexel em Filadélfia, conhecido no Second Life como Lucifitias Neurocam, é o cérebro por trás do Terminus e do Ecosystem Working Group. Especificamente para este jogo virtual foi desenvolvida uma linguagem artificial em código aberto, que qualquer avatar poderá utilizar livremente e alterar.
A interacção entre espécies terá de obedecer a alguns princípios básicos. Desde logo, os novos organismos devem ter um comportamento flexível, mas com limitações previamente estabelecidas. Também cada forma de vida virtual terá de conservar uma determinada quantidade de energia. Quando, por exemplo, uma semente é comida por um pássaro, este poderá viver durante mais algum tempo porque absorveu a energia da planta. A selecção natural das espécies está igualmente consagrada no Second Life. Holden Robbins (mais conhecido como Pagan Bishop) trabalha numa espécie que evolui muito rápido. O único desígnio dos Basic Evo Objects é perseguir os avatares do Second Life, comê-los e acumular energia. Claro está que para evitar uma possível praga de Basic Evo Objects estão já a operar grupos de caçadores avatares encarregues de aniquilar esta espécie. É pois o ecossistema a auto-regular-se. Será que um dia vai existir uma espécie dominante no Second Life? Fonte: National Geographic Informação Adicional: Second Life Open Source: Second Life (FAQ) Blog Second Life Second Life: Galeria no Flickr Linden Lab Notícias relacionadas:
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||





Não existem comentários a esta notícia.