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Professores portugueses estão com vistos caducados
publicado em 2006-05-05 21:31:01
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Patrocinados pelo Ministério da Educação 16 professores portugueses chegaram à África do Sul para leccionar. Foram com vistos de turismo mas, entretanto, os documentos caducaram e agora estão em situação ilegal.
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Um grupo de 16 professores de português a leccionar em escolas públicas e privadas na África do Sul estão ilegais há várias semanas, depois de terem expirado os vistos de turista com que chegaram ao país.
Os professores que integram este grupo correm o risco de serem detidos a qualquer momento pelas autoridades e deportados para Portugal.
Os docentes, contratados pelo Gabinete de Assuntos Europeus e Relações Internacionais (GAERI) do Ministério da Educação para leccionarem nas escolas sul-africanas, têm residido e trabalhado na África do Sul desde o início do ano escolar (Janeiro) com vistos de turismo.
Quando as autorizações de permanência caducaram viram-se na situação de imigrantes ilegais, apesar de vários apelos feitos à Embaixada de Portugal em Pretória para que a situação seja regularizada.
Contactada pela TSF, a responsável pela Coordenação do Ensino do Português na Embaixada de Portugal em Pretória, Fernanda Costa, confirmou que os professores se encontram, de facto, em situação ilegal, mas garantiu que a coordenação está «a fazer tudo» para encontrar uma solução.
Fernanda Costa afirmou ter enviado há um mês uma carta ao ministério sul-africano da Administração Interna, na qual a Embaixada de Portugal apela à boa-vontade das autoridades sul-africanas na concessão de vistos de residência a 18 professores (dois dos quais com vistos válidos por mais uma semana) que leccionam no país.
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