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Sete árbitros escaparam a investigação
publicado em 2006-09-14 11:43:58
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Apenas sete árbitros da primeira categoria não foram investigados na sequência do processo «Apito Dourado», noticia o jornal «Público». Dentre estes árbitros, três são internacionais.
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Apenas sete dos 25 árbitros da primeira categoria escaparam à investigação relacionada com o processo «Apito Dourado» sobre alegados casos de corrupção no futebol, noticia a edição desta quinta-feira do jornal «Público».
Segundo este diário, Paulo Costa, João Ferreira e Duarte Gomes foram os únicos dos nove árbitros internacionais «sobre os quais nunca recaíram indícios de corrupção» nas quase mil folhas que compõem o despacho final do Ministério Público de Gondomar.
Para além destes três internacionais, Vasco Santos e Carlos Duarte (ambos promovidos este ano) e Hélio Santos e Rui Costa são os outros árbitros que não estão a ser investigados.
Ainda de acordo com o «Público», os árbitros internacionais Lucílio Baptista, Paulo Paraty e Bruno Paixão foram constituídos arguidos neste caso, a par de outros 10 árbitros da primeira categoria.
Este jornal relata ainda o caso de Olegário Benquerença, que não está no lote dos arguidos, mas que foi investigado pela Polícia Judiciária, após uma conversa entre um dirigente do Penafiel terá dado conta a Valentim Loureiro de que a nomeação do árbitro de Leiria lhe agradava.
Pedro Henriques, que não também não é arguido neste processo, foi também investigado pela alegada possibilidade de ter cometido um crime de corrupção desportiva na forma passiva, após uma conversa em que Pinto da Costa falava com António Garrido sobre a subida deste juiz da quarta para a terceira posição na classificação dos árbitros.
Ainda segundo o «Público», Pedro Proença está indiciado por corrupção relativamente à final da Supertaça de 2002/03, que opôs o FC Porto à U. Leiria, um caso onde Pinto da Costa escolheu o árbitro e Pinto de Sousa reconheceu ter aceite a indicação do presidente dos "dragões".
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