|
|
Sócrates desvaloriza 60 mil que ficaram de fora
publicado em 2006-06-03 21:09:17
|
|
O primeiro-ministro desvalorizou o facto de 60 mil candidatos terem ficado de fora do concurso de professores, lembrando que apenas um terço eram professores. José Sócrates preferiu relevar a antecedência do concurso e o facto de este valer para três anos.
|
|
O primeiro-ministro desdramatizou, este sábado, o facto de cerca de 60 mil terem ficado sem colocação no concurso dos professores, argumentando que apenas «um terço destes eram professores».
Em Resende, no concelho de Viseu, Sócrates afirmou que o «Estado só contrata pessoas que deve contratar para servir as suas necessidades» e frisou que o «mais importante» deste concurso foi a antecedência com que se souberam os resultados.
«Pela primeira vez fez-se um concurso de professores com tanta antecedência do fim do ano escolar. Agora os professores sabem já qual o seu lugar, o que revela profissionalismo», acrescentou.
O chefe do Governo assinalou ainda o facto de pela primeira vez se terem criado as condições para a «estabilidade docente, há muito tempo reclamada», pois este concurso irá valer para os próximos três anos.
Os candidatos a este concurso que não garantiram lugar, ficam agora à espera de serem contratados a prazo em Agosto pelo Ministério da Educação.
De acordo com as listas divulgadas, dos 60 mil candidatos que ficaram de fora mais de 22 mil estão leccionar com um contrato anual que termina no final deste ano lectivo.
Notícias relacionadas:
Não existem comentários a esta notícia.
|
|
|
|