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Na carta-aberta publicada no site oficial da Apple, Jobs defende o fim da tecnologia anti-cópia nas músicas vendidas em serviços de distribuição como o iTunes e afirma que, se o DRM fosse removido, «a indústria musical poderia vir a experimentar um novo fluxo de interesse de empresas dispostas a investir nos novos sistemas de comércio e aparelhos online» . Se o objectivo é «refrear a pirataria musical, até agora os sistemas DRM não funcionaram, nem irão funcionar» , advertiu o responsável da Apple. Jobs não entende por que razão as grandes multinacionais da indústria musical não se incomodam vender milhões de CDs sem qualquer tipo de protecção, enquanto que tentam limitar o número de cópias que se podem fazer de uma música descarregada da internet. A Apple deverá muito em breve reiniciar negociações com as principais editoras de música já no próximo mês de Março. Actualmente, o iTunes detém mais de 70 por cento do mercado da música digital nos Estados Unidos. Só em 2006 a loja online vendeu dois mil milhões de temas. Saliente-se que as músicas do iTunes são protegidas pelo software FairPlay, que impede a utilização das canções noutros leitores portáteis, restringindo assim a multiplicação de cópias para distribuição. É precisamente esta política que vem sendo alvo de duras críticas na Europa. Informação Adicional: Carta Aberta de Steve Jobs DRM Notícias relacionadas:
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Existe(m) 1 comentário(s) a esta notícia.
Comentário: isso pouco importa dessas proteção nao sao mnada mais nada menos para o ingles ver.