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O contingente português, integrado na Força de Interposição das Nações Unidas no Líbano (FINUL), actua numa zona que fica a cerca de 50 quilómetros do local do atentado. Ouvido pela TSF, Pedro Sasseti Carmona, porta-voz das Forças Armadas revelou que os militares portugueses continuam a desempenhar normalmente as suas funções. Ainda assim, adiantou aquele responsável, «passou a haver um ligeiro aumento de preocupações nos movimentos externos das forças. O estado geral de alerta mantém-se. Apenas nos movimentos externos tem havido alguma preocupação e mais cuidado no movimento destas forças» No Líbano estão actualmente cerca de 150 soldados portugueses. FINUL: ataque é «o mais grave desde o último Verão» A Força de Interposição das Nações Unidas no Líbano (FINUL) qualificou o ataque contra o contingente espanhol como «o mais grave desde o último Verão». Os seis soldados espanhóis perderam a vida devido à explosão de um engenho à passagem do blindado em que seguiam, no Sul do Líbano. Para o general italiano Cláudio Graziano, responsável da FINUL, afirmou que «os que realizaram este atentado tinham não só como objectivo atacar a FINUL, como também a paz, a segurança e a estabilidade na região». Em comunicado, a FINUL indicou que a explosão em que morreram os seis soldados ter-se-á dado devido a um carro armadilhado que explodiu a quando da passagem da patrulha espanhola. A FINUL acrescenta que as investigações continuam a decorrer «para se conhecerem as circunstâncias exactas do que aconteceu» Responsáveis e grupos libaneses, entre os quais o líder da maioria parlamentar, Saad Hariri, e a Força 14 de Março, já condenaram o ataque aos capacetes azuis espanhóis. Apesar do ataque, p governo espanhol não tem intenções de retirar do Líbano o seu contingente, composto por cerca de mil homens. Notícias relacionadas:
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