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Stuart Gitlow, director da American Society of Addiction Medicine, disse à Reuters que “não há nada que sugira que esta seja uma doença fisiologicamente complexa semelhante ao alcoolismo e às desordens de abuso de substâncias e que não deve ser ligada à palavra vício”. Esta questão foi levantada por um grupo de clínicos influentes que propôs que o vício dos videojogos fosse incluído como doença mental num guia utilizado no diagnóstico deste tipo de enfermidades. Mas o comité recuou antes do início do debate e recomendou que a Associação Americana de Psiquiatria estude a alteração quando fizer a revisão do seu manual de diagnóstico, em 2012. A utilização ocasional de videojogos é considerada inofensiva e pode mesmo ser benéfica, como em casos de autismo, mas levada ao extremo pode afectar actividades diárias como trabalhar, tomar banho e até comer. Calcula-se que cerca de 10% dos jogadores sejam viciados. Links relacionados: Notícia da Reuters Adicção (Médicos de Portugal) Notícias relacionadas:
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